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- Gosta de carros grandes? - Depende do que se faz dentro deles – e faz mover as ondas do cabelo. Vaporoso vestido de seda preta, cabelo de anúncio de xampu, salto do sapato com a altura da estratosfera. Ele de smoking, brilho no olhar e na abotoadura dourada, jeito de príncipe. Meia dúzia de minutos de conversa, encontro casual, casualíssimo. Ele pergunta, ela responde, ele treme leve, o olho dela diz Why not? Minutos depois o grande automóvel pára em tranqüilo-lugar. Banco traseiro prêmio de maciez. Brinco guardado na bolsa, meia e muito mais no chão, ela envia um dos tornozelos espiar pelo lado de fora da janela, afasta o outro para o lado oposto, muito longe. A seda negra do vestido arregaçada até o umbigo traz à visão uma outra seda, muito mais negra, muito úmida. Brilhantes pela tensão e pela borracha os centímetros do rapaz desaparecem um após o outro, o portal negro a devorá-los em silêncio. Ela dá grito fino de agulha, ele não sente dor mas geme. Rápida, a mão dela lhe arranca o plástico, a semente cálida lhe acaricia até o cordão do pescoço. Voltam metade de hora depois. Ela ajeita o cabelo, mesmo sorriso. Arranca um dos sapatos, deixa no banco. . Ela já a cinco passos, a misturar-se à cidade. Ele pergunta Qual é seu nome? - Cinderela. . Beijos,Beatriz Entre no meu grupo CONTOS ERÓTICOS BRASIL http://www.hi5.com/friend/group/3302423--Contos%2Beroticos%2BBrasil--front-html Se quer erotismo de vera, leia meu livro e freqüente minha Página SEGREDOS... [SÓ PARA MAIORES DE 18 ANOS!!!!!] http://sensual.livrossensuais.com/index2.html . Posted by Ana Beatriz
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Jun 27, 2008 4:16 PM |
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Nunca pensei em ser dondoca.
Sempre vi o trabalho como algo natural. Filha de contador, filha de professora, o ciclo formatura / carteira de trabalho / vestido de noiva / aniversário de filho era para mim inevitável como respirar. Meus irmãos escolheram megabytes ou índices de liquidez corrente. Eu escolhi Machado e Graciliano. E pensei desse jeito até um mês de dezembro. Então começou minha aventura, que você vive a partir de agora. Faltavam vinte e dois dias para minha formatura quando saí pelo portão principal da Universidade. Estava atrapalhada por dois Dom Casmurro de exemplares grossos que tinha emprestado na biblioteca do Instituto de Humanas. E mais três Os Bruzundangas, e mais um Bom Crioulo. O Colégio C... estava com um programa de ensino de literatura em pequenos grupos. Eu entusiasmada com meu estágio lá. Carregada de realismo e naturalismo mal percebi o carro com velocidade de tartaruga. Seguiu-me desde a esquina da Pedro Gerheim até um par de ruas depois. Não dei importância. E nem o percebia no dia seguinte. Meninos de dezesseis podem ser apaixonados por Machado mas são mais ainda por carros. Discutíamos na frente do colégio se Capitu traiu e um dos rapazes apontou o Mercedes prateadinho. O setor masculino o reverenciou como manifestação do Olimpo, as meninas torceram o nariz. O motorista pareceu intimidado. Arrancou, evitou passar em frente a nós, vidros levantados. Encontrei-o parado na direção da favelinha onde dava aulas de pré-vestibular como voluntária, meia dúzia de horas depois. Não se moveu. Dia seguinte mandei um de meus alunos como espião e ele informou que lá estava o alvo, como chamou. Dispensei a turma dez minutos mais cedo. Plano feito. Saí pela entrada lateral, dobrei a esquina e lá estava, porta aberta, sem ninguém, em frente a uma birosca. Gente há que acredita em sorte. Eu creio em intuição. Intuí que eu não estava ameaçada. Se alguém ameaçava, era eu. Mineiros são loucos por branquinha. E o dono da birosca era daqueles chatos, mostrava o litro e insistia e insistia. O comprador ou vítima dizia não obrigado com um português atolado. Quis sair, deu de cara comigo e minha vida nunca mais foi a mesma. Era um palmo mais alto que eu. Os olhos azuis e a cabeça comprida me bateram na hora: estrangeiro. Jeans e camiseta que nele tinham a elegância de smocking. Olhos de menino pego roubando o doce de goiaba. Por um par de segundos olhamos um a cara do outro. Ofereceu-me a mão com a naturalidade de quem se apresenta à Rainha. Disse: Ludwig! Ri. Este é o começo do primeiro capítulo do meu livro SEGREDOS DE UMA MULHER CASADA. Leia o resto dele em http://sensual.livrossensuais.com/primeiro.html (SÓ PARA MAIORES DE IDADE) Posted by Ana Beatriz
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Jul 26, 2008 3:18 PM |
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Olá amiags e amigos!
Ou melhor, o link é o cima, ms aqui está ais direitinho: Primeiro Só para maiores de 18 anos, tá?
Beijos e beijos, Beatriz
Posted by Ana Beatriz
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Jul 26, 2008 3:21 PM |
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Olá amigas e amigos! Ou melhor, o link é o cima, mas aqui está mais direitinho: Primeiro Capítulo Só para maiores de 18 anos, tá? Beijos e beijos, Beatriz
Posted by Ana Beatriz
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Jul 26, 2008 3:24 PM |
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