Uma rosa vermelha... Muitas rosas vermelhas! Caindo nos muros de pedra Uma trepadeira, de um vermelho intenso, Rubro, tão puro, de suave veludo, E de gotas molhada! Ia pelo muro, Contrastando em beleza, Com o verde intenso, da mãe natureza... O alto cipreste, estava abraçado, Por essa intrusa... De um cintilante rubro, Como que afagado...
De tanto a fixar, perdi a imagem... Que estava a sonhar... Por mais que queira, não posso esquecer. Tamanha beleza, que estava a ver! Não tinha perfume, não podia tocar! Era tão etérea e tão invulgar... Que ainda hoje consigo lembrar, Aquele vermelho escuro a cintilar! Num muro de pedra, num outro lugar... Noutra dimensão .........lá no meu sonhar!
Uma coisa minha....com carinho! Este ficou melhor!
Não existe ocupação tão agradável como o saber; o saber é o meio de nos dar a conhecer, ainda neste mundo, o infinito da matéria, a imensa grandeza da Natureza, os céus, as terras e os mares. O saber ensinou-nos a piedade, a moderação, a grandeza do coração; tira-nos as nossas almas das trevas e mostra-nos todas as coisas, o alto e o baixo, o primeiro, o último e tudo aquilo que se encontra no meio; o saber dá-nos os meios de viver bem e felizmente; ensina-nos a passar as nossas vidas sem descontentamento e sem vexames.
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