Tenho um vício: vivo recitando poesia. Que hei-de fazer? Haverá cura? Enquanto descobre uma cura, envie-me os seus poemas. Mesmo seus ou de um poeta que admira. Pode ser que apareçam, recitados, no Estúdio Raposa, que fica aqui: http://www.estudioraposa.com
Contemplo a tua fotografia. Olho-te nos olhos e fecho os meus! Doce azul que me deixa fantasiar… Sinto-te perto de mim. Tocas-me … Os teus lábios pincelados em dois tons rosados Encontram os meus… transpiro! A tua língua vagueia. Deixo de ter noção... Sinto o fervilhar da lava nas minhas veias! A minha respiração rápida sufoca-me… Turbilhão de sensações que me atordoam! Num rasgo de consciência, Sinto as tuas mãos que invadem a minha roupa… tocam a pele! Esforço-me para estar consciente. Não consigo! Deixo-me levar ao sabor do feitiço. Sinto os mamilos endurecerem… Desejo o feiticeiro… desejo fazer magia!
poder pensar assim é como ter todas as janelas abertas ausente que está a casa de onde partimos a claridade que despertou em nós crianças breves... jamais esquecidas pensar... reflexo húmido e cristalino de um olhar atento à liberdade... esse pequeno universo de memórias que nos provoca pranto que nos repõe alento lugar onde se refazem de novo auroras o caos de onde queremos despertar...
penso, como tu, as cintilações do néctar raro de nossos sonhos
Brando e solto o vento vem, em leve brisa em suave sopro, serenamente livre e sentido, este vento de ninguém... Queiras a ele envolver ou queiras a ele tocar, mas o vento anda e anda por entre as ondas e o ar... Livre, o vento de ninguém.........
Boa noite que a lua ilumine os seus sonhos
Beijos
Lucrécia
A Vida é...
A vida é uma oportunidade, aproveita-a. A vida é beleza, admira-a. A vida é beatificação, saboreia-a. A vida é sonho, torna-o realidade. A vida é um desafio, enfrenta-o. A vida é um dever, cumpre-o. A vida é um jogo, joga-o. A vida é preciosa, cuida-a. A vida é riqueza, conserva-a. A vida é amor, goza-a. A vida é um mistério, desvela-o.
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Sirvo ao destino das musas e a um bem não restrito de criatividade. Não sou poeta, mas um fazer de gestos das mudas letras... Carlos Costa.